África
Hargeisa Etiópia
Em um vale fechado no noroeste de Hargeisa por uma área montanhosa com várias espécies de árvores e de plantas um menino de aproximadamente oito anos, despertou espremendo os seus olhos não reconhecendo o lugar o menino se sentou, se sentiu assustado ao ouvir o canto dos pássaros, um lagarto rastejando em uma pedra, os insetos voando em sua volta tentando puxar de sua memória como haveria parada ali sem nenhuma lembrança de sua vida não se recordava de onde veio e de quem era, estava vestido com uma camiseta de dragon ball Z em uma calça jeans agora rasgada e todo sujo e só com um tênis Nike branco em um dos seus pés e o outro só a meia também branca toda suja.
Um vulto de luz Branco lhe envolve mas ele não sente medo e se aproxima do vulto e o vulto some e aparece em outro canto do vale e ele segue até que ele chega em um campo aberto com uma manada de vários cavalos pastando, um dos cavalos preto que era o garanhão e o mais forte e alto de todos nota sua presença e vê a luz em torno do menino e se aproxima .
O menino senti uma conexão e permite aproximação . O cavalo percebendo a intenção do menino ficou meio arisco mas através da luz que refletia do menino o cavalo permite ser domado e deixa o menino montar. Segurando nas crinas do cavalo o menino monta e cavalga para conhecer o ambiente dentro do vale da selva ele descobre outras presenças de animais e uma delas íbex uma espécie de cabra montanhesa, o macaco gelado a manada de elefantes, zebras e girafas o menino ficou encantado desceu do cavalo e foi andar pelo vale os animais não incomodaram com a presença do menino aliás percebiam que o menino era uma espécie de guardião ele passava e os animais faziam uma espécie de fila como em forma de uma reverência, mais uma presença Negra faz que os animais se afastassem, assustados e correndo todos na direção das costas do garoto como se o garoto fosse os proteger.
O cavalo não se intimida e alcança o menino e abaixa a cabeça encostando no menino para que ele o montasse novamente através de uma árvore de tronco grosso saiu chacal-de-semien ou lobo da Etiópia observe a luz do garoto e num piscar de olhos ele some e o menino jura que o chacal havia sorrido.
***'
Argentina
Rosário
No último dia de aula ter acabado Dian chegou em casa e é pego de surpresa, por seus pais que o esperavam com as malas prontas.
_ Mãe o que está acontecendo?_ os pais o abraçaram e lhe deram um beijo.
_ Vá tomar banho e colocar uma roupa que está em cima da sua cama que separei._a mãe lhe avisa.
_Como você se esforçou esse ano e tornou o melhor da turma, resolvemos tirar aquelas tão sonhadas férias que você sempre quis conhecer a praia! Alugamos uma casa à beira-mar!_ o filho ficou contente e correu para seu quarto para pegar a roupa e ir ao banheiro tomar banho.
Nascido em uma família simples mas muito unida Dian era um garoto normal com oitos anos, magro e alto para sua idade, pardo pela mistura de raças dos pais, sua mãe sendo descendente de índio e seu pai negro com branco.
As férias tinha sido incrível, em buenos Aires, mas não conseguia se sentir totalmente feliz tendo visões de vultos na casa da praia, o menino começou a sentir uma angústia o rosto não tinha forma humana era uma sombra negra que flutuava e parecia em um piscar de olhos,na praia teve a sensação que o vulto tentou lhe afogar, mas sua mãe dizia que era porque não estava acostumado com as ondas.
_Vocês não o vê?
_ Vê o que filho?_perguntava a mãe, e Dian achou melhor não responder, dando de ombros.
Na volta para casa, todos estavam no carro, alegres cantando uma música que tocava no rádio.
_ Filho você gostou da surpresa, que eu e seu pai te fizemos nas férias?
_ Sim mãe adorei pena que já acabou!_ Apesar de está sentindo uma sensação de angústia como se algo dentro dele avisasse que algo de grave iria acontecer ele realmente gostou das férias pois era o seu sonho conhecer a praia quando acabará de ter esses pensamentos um servo pulou em frente o carro.
_ Cuidado um servo pai!_ o menino aponta o dedo.
O pai se assusta mas com um vulto preto que também aparece e este vulto atravessa o carro parando ao lado dos pais de frente com o menino.
O pai perde o controle do do volante, o carro gira e eles capotam, o garoto é arremessado a km longe, uma luz branca em forma de círculo grande, envolve o garoto caindo desmaiado
***
O chacal queria ser o rei da selva mas um dia,o dia da disputa além dele não se tornar o rei ele também foi expulso do vale por ser egoísta e traiçoeiro pelos outros animais, revoltado uma sombra negra percebe a presença maligna no chacal e o ilude com falsas promessas.
O chacal admirado com o poder que ganhou se aliou a sombra e vai à busca de aliados, para fazer a sua vingança , sem sorte com os animais, ele se aproxima dos humanos que montavam os vilarejos com tocas de galhos velhos e couros de animais perto dos Campos do Mali.
Atiçados pelo poder de matar e perseguir os animais, o chacal vê a oportunidade de aliados.
Uns dos humanos se tornam caçadores por prazer seguidos pelo chacal, atacando uma manada de rinocerontes.
Os homens faziam várias caçadas, o menino montando no cavalo se aproxima dos humanos ajudando os animais a fugirem.
_ Que cavalo lindo menino! Me de ele aqui!_ o menino com estilingue o atinge uma pedra na testa o homem fica irritado e monta em seu cavalo correndo atrás do menino, que consegue fugir.
Um outro homem que estava a tentar recuperar os animais fugidos grita.
_Deixa o garoto nossa missão é capturar os rinocerontes para lhe arrancar os chifres, vale muito dinheiro no mercado negro!_ mas já era tarde, o garoto acalmou os animais e os guiaram a um lugar seguro e escondido.
O chacal não ficou nada satisfeito ao seguir o garoto descobrindo onde o local se localizava já que ele já havia protegido muitos.
Foi atrás dos homens para lhe mostrar onde todos os animais se escondiam.
Os homens por vez, lhe deram um ultimato, se dessa vez se o chacal não os ajudasse ele seria a presa.
O chacal com a sobra em seu poder não teme o mau algum, lhes disse através de telepática, que eles sairiam ganhando desta vez porque ele haveria de arrumar mas aliados, antes procurou pelos animais errados agora ele saberia a quem chamar e foi embora.
****
Através da luz que habitava em torno do menino,ele sabia que o chacal os seguia, eles iriam precisar de ajuda abraçando o cavalo em uma breve despedida, além de guardião eles haviam se tornado amigos, e não permitiu que o cavalo lhe seguisse o menino sabia que nessa empreitada ele iria ter que ir sozinho.
Noites e dias de caminhada ele era guiado pela luz, se alimentando com insetos, frutas e raízes de árvores e cactos que também lhe davam a água para não se desidratar. Finalmente encontrou um bando de leões. O leão que comandava o bando rugiu para avisar a ele que ali era ele quem mandava, que ele e o rei dos reis e que ninguém o domava, mas o menino não sentiu medo o olhando dentro de seus olhos ele ia se aproximando devagar o leão sentiu a magia da luz e se deixou ser domado por ele.
O garoto lhe fez um carinho na juba, o leão se deitou permitindo que o menino o subisse, segurando a juba do leão o menino subiu em suas costas ele faz um carinho na orelha do leão e lhe indicou o caminho.
Agora rugindo chamando todos os outros para que os seguissem. Os felinos corriam com suas patas largas, passavam rápidos pelo vale, encontram outro território de bando de jaguares e leopardos, sendo também chamados pelo menino eles os seguiam pela relva a dentro atravessando o pequeno deserto da Etiópia até chegarem no vale de Hargeisa , atravessando uma gruta escondida eles chegaram a floresta.
O chacal já estava presente com outros chacais e as hienas que ele tinha ido atrás, as convencendo que seria ideal a elas se ele ganhasse essa guerra.
Fazendo círculos em torno dos animais para que os humanos os atacassem impedindo de fugirem, já haviam vários mortos e alguns capturados, inclusive o garanhão que pulava dando coice para cima tentando acertar alguns humanos que haviam o capturado,com três laços. Ele era forte mas os humanos os puxavam enforcando, com os próprios laços em volta do pescoço dele os humanos só iam o amarrando mais.
O menino assobiou dando a ordem aos felinos para também fazerem círculo, e atacar.
Um dos felinos os Jaguares foram em direção as hienas as estilhaçando, os leões foram para os chacais, pulando em suas direções quase acertando seus pescoços com as garras afiadas e as mandíbulas fortes,os leopardos, pularam em direção aos humanos os derrubando dos cavalos.
O menino por sua vez, sua atenção é no cavalo ele direciona o leão aos humanos que os capturaram e desce do leão pulando na zona de guerra.
O leão mira nós três homens que tentam o amarrar com as cordas que os humanos haviam soltado durante o ataque do leão.
Outro homem correu com medo mas o leão foi mais rápido o atingindo em cheio. O chacal com a sombra negra entrou na frente do menino impedindo dele chegar ao cavalo, o Leão viu a sombra negra e temendo o mau, então não se aproximou e os outros chacais que não foram atingidos pelos felinos tentaram fugir, mas os animais sobreviventes os cercaram,se rebelaram vendo que a guerra está sendo vencida, pisoteados pelos elefantes e feridos pelos rinocerontes, rasgados pelos felinos não sobrou nenhum humano na luta , agora era entre o menino e o chacal a luz ea sombra.
A sombra que estava no chaca quis puxar conversa.
_Você, ainda pode mudar de lado! Eu poderia te levar aos seus pais!_o menino não deu atenção .
_Você não gostaria de saber quem é? De onde vem?_ o menino por um momento se sentiu tentado em aceitar, mas pensou que não seria justo com os animais.
Ele pulou na direção do chacal para tentar o domar também mas a sombra não permitiu, o chacal pulou em direção ao menino com seus caninos afiados, O menino foi jogado ao chão com as patas do chacal, pressionando o menino , tentando mordê-lo,ele segurava a mandíbula do chacal com as duas mãos com a força de um leão a baba escorria do chacal por entre seus dentes pingando em sua cara .
O menino forçava a mandíbula dele abrindo tentando quebrar mas a força Negra também era forte o chacal conseguiu retirar sua mandíbula da mão do menino forçando a cabeça para trás arranhando os dedos do garoto ele foi abocanhar a garganta do menino mas foi arremessado longe pelo coice do cavalo que não temia a escuridão como os outros animais temiam.
****
O chacal se recupera da queda levanta e ataca o pescoço do cavalo, ele por sua vez dá outro coice o acertando a barriga que soltou imediatamente do seu pescoço o rasgando com as presas.
O menino se levanta e aproxima do cavalo retirando as cordas, que cai no chão a ferida foi grave ele abraça o cavalo agradecendo pela coragem, o cavalo não rescisti e morri, e uma lágrima que escorria dos olhos dele, escorre entre os dedos do garoto.
Olhando para o chacal agora também caído ele ver a oportunidade de acabar com ele, já que o coice que lhe atingiu foi forte quebrando as costelas, ele procura por uma pedra pontiaguda, apega e acerta a cabeça do chacal com a maior força resistente do seu corpo. Os leões rugem os animais festejam com seus sons.
Em agonia o chacal sofre e logo acaba morrendo a sombra envolta de seu corpo sai e tenta atingir o garoto que é impedido pela luz, ele sente o choque pelo impacto das duas e cai desmaiado.
O Dian desperta escutando seus pais cantando dentro do carro, sua memória retorna e ele percebe que voltou a ter oito anos.
_Mãe estão todos bem?
_Sim meu filho! Um pesadelo?_a mãe pergunta já que o filho dormiu quase o caminho todo, estranhando a pergunta do filho.
Ele não sabia o que responder, já que parecia ter sido tão real, parecia ter passado anos, se lembrava dos mínimos detalhes, onde esteve.
Quando um servo atravessa a pista Dian rever tudo acontecer novamente devido ao fato.
_PAI!_ele gritou desta vez.
O pai tenta desviar, com exito,mas a sombra negra novamente aparece no meio da pista,só que desta vez antes que ela ultrapassasse o carro e que surge um cavalo em torno de uma luz radiante, que envolve a sombra e desaparece.
_Vo..voo.. cês...
_Calma filho já passou!_os pais não viram a sombra o cavalo é muito menos a luz.
Dian ficou em choque pois se tratava do cavalo de seus sonhos ou da sua vida passada.
Fim
نهاية