Era uma bela tarde em roma, estava andando perto do coliseu, lugar ótimo para encontrar turistas curiosos ou gente que facilmente cairia em um golpe. Andando contra o fluxo em que as pessoas passavam, me esbarro em um senhor bem vestido. - Desculpe me senhor, não estava prestando atenção - Antes que ele tivesse a oportunidade de me responder - Segui meu caminho com uma carteira em mãos, isso mesmo, esta carteira é daquele senhor. Comecei a andar mais depressa para sair logo da área entrando em um beco, decidi olhar que recompensas havia conseguido. Mas ao abrir a carteira, existia uma pequena janela, com vista para uma espécie de vila, ao tocar, fui sugado para uma nova dimensão.
Não é o lugar mais moderno do mundo, mas estranhamente fui bem recebido. Eles me chamam de forasteiro e dizem que vim da Janela, sim, aquela janela estranha dentro da carteira, aquela maldita janela me trouxe até aqui. Minha cabeça parece que vai explodir e não me sinto nem um pouco confortável aqui. Eles sempre me vigiam, mesmo tendo me tratado tão bem, impossível confiar nesta gentileza extrema que todos desta vila tem perante a mim. Se tivesse alguma maneira de sair sem ser visto, sair sem eles perceberem que ainda estou aqui...
"VOCÊ PODE, BASTA FAZER O QUE SEMPRE FAZ."
"ESBARRE NO GUARDA EM FRENTE A TENDA."
Uma voz me dizendo o que fazer, já não bastava essa situação ser bastante estranha, ainda estou ficando louco. Acho que não adiantou muito manter a calma e agir como se tudo estivesse normal, isto me deixou esquizofrênico.
"VAMOS, GIOVANNI SALVATORE"
Suspirei e tomei coragem para acreditar na voz e sorraeiramente caminhei para não chamar atenção e ele perceber que me aproximei, então acelerei o passo e sai pela porta já trombando com o guarda e para minha surpresa, me transformei nele.
Neste momento sorri, eu, Giovanni Salvatore tenho poderes?
"Foi esse o poder que usei para sobreviver ao massacre que aconteceu naquela vila neste dia"
"Dizem que um dos guardas enlouqueceu e matou todo mundo, tenho mais sorte ainda porquê era bem o guarda que estava me vigiando."
"Sou um homem de sorte, não é mesmo."
(Para esse desafio, escrevi o que um dos meus personagens faria com poderes.)