- Vinte quatro, vinte cinco, vinte seis, vinte sete...
- Luna, não pode contar rápido, tem que contar um pouco devagar.
- Eu sei, mas as estrelinhas me disseram que é necessário contar. - Ela contava cada estrela que flutuava, uma por uma, enquanto seu irmãozinho a observava.
- Luna. —O garotinho chama atenção de sua irmã
- Oi.
- Conta devagar!
Uma nuvem no céu, verde azulada, chamou a atenção dos irmãos. Eles ficaram hipnotizados com aquilo, pois era a mais diferente de todas elas. Seus olhos a contemplavam, e alguma coisa saia da nuvem, grande, barrigudo, orelhas pontudas. Era um grande coelho, com uma cenoura em sua boca.
- Crianças.
- Olha Luna, o coelhão!
- Sim, me chamo Senhor Coelho.
- O que você faz aqui?
- Hm, bom, eu não sei.
- Não sabe?
- Hm, não.
O menininho anda em volta do Senhor Coelho curioso com aquela figura. A nuvem verde azulada havia desaparecido, agora só estavam somente os três.
- Hm, ah é, tenho uma brincadeira para vocês.
- Eba, Luna ele tem uma brincadeira.
- Sim irmãozinho. Que brincadeira Senhor Coelho?
- Simples, ache o tesouro. Estará perto daquele rio, é fácil de achar.
- Luna vamos, Luna. - Ansioso dizia o menininho, que puxava a mãozinha da irmã enquanto ela olhava para o Coelho
- Hm, vão crianças vão, será divertido.
Numa floresta cheia de luzes e magia, animais fantásticos e alegria. Na floresta não havia maldade e crueldade, apenas criaturas mansas cheias de bondade. As crianças foram atrás do ouro, as criaturas das florestas foram dando a dica onde estava o tesouro.
- Está no rio da felicidade, pule nas estrelinhas que você contou. - Disse uma fada
E assim foi, para chegar ao rio tinha certos obstáculos. Luna pegou suas estrelinhas, e colocou sobre o ar, ela foi pulando e pulando. Mas o seu irmãozinho não foi junto.
- Luna, estou com medo.
- Oi irmãozinho, não precisa sentir medo, sua irmãzinha está aqui, apenas segure minha mão tá? - Disse Luna com lindo sorrisinho no rosto, enquanto colocava seus braços para pegar seu irmão. Receoso, ele confia, e vai até ela. Então os dois começam a pular as estrelinhas que flutuavam no céu até o rio onde ficava o tesouro. E brilhava como uma bela luz, as crianças mergulharam no rio, e criaturinhas do rio brincavam com elas. O irmãozinho ria e ria. Luna viu algo ainda mais brilhante que a água e mergulhou fundo até ela enquanto o irmão brincava com as criaturas. Ao sair da água, feliz da vida junto com irmão que estava ansioso para abrir o baú brilhante. Eles abriram, e de repente o Senhor Coelho aparece.
- Hm, foram rápidos.
- Luna é uma ótima caçadora de tesouro Senhor Coelho.
- Eu vi meu menininho. Abriu o baú Luna?
- Abrir.
- O que tem dentro?
- Vi um bilhete que dizia "Não deixe de ser criança, ainda vale a pena se manter puro, não deixe esse mini mundo ir embora de você. As crianças têm o acesso, a chave."
- Entendeu Luna?
- Entendi.
- E o tesouro Senhor Coelho? - Perguntou o menininho, o Coelho rio, se divertindo com o aborrecimento da criança, que cruzava os braços fazendo um bico de raiva.
- Hm, ora, não precisa se sentir nervoso, você crescerá e entenderá o verdadeiro tesouro da vida. Crianças tenho que ir.
- Tchau Senhor Coelho - Disse as crianças, empolgadas e felizes com o tesouro. E após essa pequena aventura, elas brincaram com as criaturas da floresta e com as estrelinhas do céu, esse é o mini mundo, pequeno mundo onde duas crianças se encontraram com Senhor Coelho, o lugar mágico e cheio de alegria.
FIM