Eu tinha apenas 8 anos quando Eduardo meu encontro. Meus pais haviam sido mortos em um incêndio não qual não fui afetada pois estava na casa de uma amiga brincando de boneca. Lembro claramente das mãos calorosas da minha mãe quando saí de casa e do sorriso gentil do meu pai.
Mais quando cheguei em casa, apenas vir vários carros de bombeiros enquanto deixava meu urso cai e caia do joelhos em frente a casa com o choque.
Lembro vagamente do Eduardo me olhando, de alguma forma fui parar em um alfanato e ele conseguiu minha guarda apesar da idade de apenas 18 anos, nunca entendi como ele conseguiu isso até escutar ele falando ao telefone sobre oque parecia ser um esquema ilegal, foi aí que descobrir quem era meu pai... ele não era um homem gentil que me adotou por pena, ele era um homem mal que me adotou por culpa.
Eduardo tem 28 anos agora, ele é um mafioso impiedoso que já matou inúmeras pessoas. Como sei disso? Vir os arquivos de cada pessoa, ali havia até a forma que a pessoa morreu, incluindo o dos meus pais.
Eu sou Laura tenho 18 anos e sou presa por esse cara, já tentei fugir diversas vezes depois que descobrir a verdade sobre meus pais. Toda vez que o confrontava sobre a morte deles ele apenas ficava calado com um olhar triste.
Confessor que me apaixonei por ele, mas eu odeio esse sentimento com todas as minhas forças. Ele destruiu minha família, depois de tudo como posso ama-lo?
Uma vez ele chegou bêbado, sei que ele e um homem ruim mas mesmo apesar das minhas maus criações ele sempre foi gentil comigo.
Eu não posso sair de casa por causa das inúmeras tentativas de fugas, na verdade eu deveria está morta. Ele recebe muita pressão para minha morte pois aei muito e não sou um cachorrinho obediente.
Porém ele sempre arruma um jeito de me mantém viva.
Enquanto eu o ajudava se sentar no sofá que estava mal iluminado pois estava assistindo TV com as luzes desligada.
Ele deita sua cabeça em minhas pernas, em outra situação eu o empurraria mas ele parece tão venerável. Chefes da máfia dificilmente dorme ou abaixam a guarda, mas quando ele está comigo consigo ver seu rosto com traços cansados descansar.
_Laura...
Não respondo nada, sou uma garota de personalidade forte então nunca o trato bem. Acho que é minha mágoa falando mais alto.
_ Eu não matei eles...
_ Oque você disse...
Ele se levanta e me puxa nós dois caímos no tapete macio da sala, seus olhos estavam diretamente olhando para o fundo da minha alma.
_ Eu sinto muito por tudo que te fizeram...
Vejo pela primeira vez remorso, mágoa, decepção, tristeza tudo misturado em seus olhos, meu coração chega a partir de olha-lo daquela forma.
Ele se aproxima um pouco mais perto enquanto a luz azul que atravessava o vidro da janela estava diretamente em seus olhos, meu coração estava palpitando tão rápido que mal conseguia acompanhar.
_ Eu te amo... Mas não posso te amar...
Com isso, a música que estava na televisão parece ter entrado no clima, minha respiração fica forte e dá minha boca saiu involuntariamente.
_ Eu também te amo...
Sinto algo quente cair sobre meu rosto era suas lágrimas, parecia que estava derramando o amargou da sua alma.
Essa foi a primeira vez que ele chorou na minha frente, seu pai morreu e mesmo assim ele não chorou nem uma vez em seu velório ou em dias de lutos, sua avó, sua mãe todos morram e ele não chorou nem uma vez só.
Nunca chegou bêbado em casa ou se deu o direito de sofrer mas agora pela primeira vez ele está se deixando sentir a dor da sua alma na minha frente.
Eu ainda o amo, não posso evitar, o amor é o ódio anda lado a lado no meu coração. Esse homem me confunde me leva a loucura, me faz sentir uma gama de sentimentos que não consigo explicar.
Seu rosto começa a se aproximar do meu como se ele quisesse me beijar, dessa vez meu coração não estava pesado. Não virei o rosto nem ao menos relutei apenas deixei.
Seus lábios encostaram nos meus enquanto eu correspondi o seu beijo doce e amargou, ele segura meu rosto e me beija fortemente meu coração continua acelerado.
Ele segura as minhas mãos contra o chão com apenas uma mão. Suas mãos eram grandes e fortes então mesmo que eu quisesse nao poderia me soltar mesmo que eu quisesse.
Sinto sua outra mão vasculhar abaixo da minha blusa moletom enquanto ele beijava meu rosto e meu pescoço vagarosamente.
"Porque não estou fazendo nada para parar isso"
_ Você tem certeza?
Ele olha pra mim com os olhos negros, com sua boca cheirando a álcool que apesar de eu não gostar nao estava me importando com aquilo naquele momento.
_ Apenas continue.
Seus beijos continuaram gentilmente, eu estava sentindo seu coração palpitar forte acho que não era apenas eu a única nervosa apesar de que ele já tinha muita experiência com mulheres.
Pra mim aquela seria a primeira vez, quando suas mãos chegaram ao meu íntimo eu fechei as pernas para que ele nao continuasse.
_ Acho melhor a gente parar.
Ele fala saindo de cima de mim é se levantando indo pra direção ao banheiro para tomar banho.
Eu continuei deitada no chão tentando me recuperar de tudo que havia acabado de acontecer no chão.
Quando escuto um barulho alto vindo do lado de fora me levanto rapidamente.
Eduardo saiu apenas de toalha do banheiro com uma arma na mão, parece que todos eles estão o tempo todo armados.
Ele me mandar ir até ele, quando estava me levantando para ir até ele um cara apareceu e apontou a arma para mim.
_ Não se mexe que eu não te machuco.
Sem hesitar Eduardo atirou nele e eu corrir em sua direção, porém outro cara apareceu e me segurou pela cintura e apontou a arma na minha cabeça.
_ Se você atirar eu atiro!
_ Socorro!Socorro!
Ele bate com a arma na minha cabeça e apago totalmente, perco a consciência por completo.