meu nome Cristina
infância e juventude
tive uma infância incrível com meus irmãos éramos uma família muito grande meu pai tinha oito filhos de um casamento passado e minha mãe tinha uma filha que não vivia com a gente com meu pai minha mãe teve treze filhos com meu pai mas ela perdeu dois filhos gêmeos após o nascimento éramos muito unidos como irmãos brincávamos mas quando alguém mexia com um era como uma guerra juntava todos para defender meu irmão mais velho saiu de casa para morar com nosso irmão mais velho filho do meu pai e logo minhas irmãs gêmeas fugiram de casa com os namorados delas ficamos apenas oito em casa,meu pai era alcoólatra e batia muito na minha mãe meus irmãos mais velhos também apanhavam dele só uma das minhas irmãs que não apanhava porque era uma das preferida do meu pai durante nossa infância vivíamos em um lugar tranquilo perto de um rio e próximo a casa dos meus avós paternos minha vó era uma senhora incrivelmente simples e muito boa com nós já meu avô era um tirano que estava sempre procurando motivos pra bater em mim e meus irmãos mas minha vó sempre nos ajudava a fugir dele nesta época ela descobriu um câncer de pulmão mas já era tarde ela vivia no hospital minha mãe cuidava dela como se fosse uma filha e assim ficávamos sozinhos com meu pai como meus três irmãos mais velhos viviam na casa de parentes e padrinhos meu pai tinha que cuidar de nos cinco em casa sozinho meu irmãozinho mais velho que eu e meu irmãozinho mais novo era muito doente então quase sempre meu pai ia au hospital com eles e sempre que minhas tias cuidava da minha vó minha mãe cuidava dos meus irmãos no hospital então eu era a mais velha com sete anos precisei aprender a fazer comida e cuidar da casa e da minha irmã e do meu irmão os dois eram mais novos que eu meu irmão tinha cinco anos e minha irmã três tínhamos muito pouco tempo de diferença então como só tinha um adulto com nós a noite eu fazia tudo pra cuidar dos meus irmãos de dia tinha alguns vizinhos que ficavam de longe observando para que nada mal acontecesse com nós teve uma época que minhas irmãs mais velhas cuidava de nos e até levávamos para a casa delas mas meu país sempre queria nos por perto,uma das minhas irmãs voltou pra casa pra ajuda a cuidar da nossa vozinha no hospital nesta época ela já estava bem melhorzinha os médicos deixaram ela ir pra casa
a mudança
tivemos que nos mudar para um outro sítio e com a ajuda de um vereador meu pai conseguiu um sítio pra minha vó perto do nosso sítio e assim ficaríamos perto pro cuidados da minha avó.
na mesma época meu irmão mais velho foi preso acusado de um crime que nunca teve provas contra ele meu pai nunca quis contar pra minha vó sobre a prisão do filho dele mas minha vó sempre perguntava dele mas meu pai sempre desviava o assunto ela já não podia receber notícias ruins o coração já não podia ter emoções fortes nos vivíamos sempre perto dela com tanta emoção quando ela nos chamava pras com contar histórias antigas ela deitava au lado do meu avô na rede e fazia carinho em nos ela realmente era uma vó muito boa ela começou a ficar ruim novamente e foi internadas as pressas passou duas noites com minha mãe do lado dela na terceira noite minha irmã ia ficar com ela meu pai foi em casa pegar roupa pra minha irmã quando soube da notícia que minha avó avia falecido nos braços da minha irmã foi horrível passamos a noite com meu pai chorando como uma criança a tristeza tomou conta de nos au amanhecer o corpo da minha avó chegou pra ser velado na casa dela tinha muita gente muitos parentes muitos tios e tias primos primas irmãos estava a família toda como era muito grande a prefeitura forneceu um ônibus para levar aqueles que não tinha carro até o cemitério durante um ano meu pai sofreu com a morte da minha avozinha meu avô nem ligava era um homem frio sem coração a relação dele com meu pai não era das melhores mas piorou quando ele arrumou uma mulher pra por no lugar da minha avó meu pai não aceitou e brigavam muito ele foi embora com a mulher ficamos sem notícias do meu avô até que um dia minha tia fala para meu pai que avia um senhor no necrotério do hospital que poderia ser meu avô meu pai foi até lá com minha tia e realmente era meu avô que fazia quatro dias que avia morrido com um ataque cardíaco fizemos o velório dele com tristeza também pois no fundo meu pai sofria por perder a mãe e depois o pai após o enterro a mulher que estava com meu avô desapareceu e nunca mais tivemos notícias dela meu pai superou tudo mas ele descobriu uma enfermidade no estômago que fez ele ficar internado por um período minha mãe cuidava dele e meus irmãos mais velhos cuidava de nos quando meu pai se recuperou começou a visitar meu irmão no presídio e sempre dava dinheiro pro advogado tirar meu irmão de la após dois anos o advogado montou a defesa e como não avia provas meu irmão foi declarado como inocente au sair do presídio meu pai estava muito feliz pois meu irmão iria viver uma nova fase em sua vida ele veio em casa meu pai pediu muito pra ele ficar com a gente mas ele não quis pois ele tinha muitas propriedades e muitos bens que queria tentar recuperar o advogado falou pra ele que a ex já avia tomado tudo que era dele mas ele queria tentar uma separação amigável mas quando tentou falar com ela, ela não quis saber meu irmão ficou chateado pois mesmo provando sua inocência a sociedade já não via ele como um homem honesto e de respeito ele estava indo pra casa de uma das nossas irmãs e amaram uma enrascada mataram ele com nove tiros ficamos sem chão meu pai em um desespero que não podia ser explicado meus irmãos mais velhos em uma tristeza profunda foi muito difícil pro meu pai superar tudo aquilo com tanta tristeza meu pai doente parou de beber e começou a mudar fez amizade com um homem que ajudava muito ele a cuidar da terra este homem tinha uma filha da idade da minha irmã que não morava no Brasil e a trouxe para que a encinassemos a falar português e assim aceitamos na mesma hora ter uma amiga gringa era muito bom vivíamos como se ela doce parte da nossa familia eu minha irmã ensinava ela e as vezes íamos na casa deste homem cuidar dela pra ele trabalhar eu já tinha nove anos quase dez ele pediu pros meus irmãos ir até a casa de um vizinho com a filha dele buscar algo pra ele e eles foram e fiquei sozinha com ele como uma ingênua acreditando que aquele homem foce uma boa pessoa entrei na casa dele pra arrumar a bagunça que fizemos com a filha dele foi quando ele me agarrou e me amarrou em uma mesa de ferro de escritório que tinha na casa dele e abusou sexualmente foi uma tortura não conseguia me mexer com aquelas cordas em minhas mãos e pernas gritava ele apertava minha boca e falava que ia matar meus irmãos fiquei horas com aquele homem despresivo em cima de mim que ia a uma ejaculação atrás da outra e eu só sabia chorar quando ele já estava cansado me desagradou deu banho em mim e começou a ameaçar minha família e mostrava uma arma de fogo que dizia que ia usar pra matar meus irmãozinhos eu chorava até que meus irmãos chegaram e fomos pra casa eu não tinha coragem de contar quando ele chegava em casa ele sempre convencia meu pai e me mandar pra casa dele eu ficava em pânico morria de medo mas ia com medo dele fazer algo com meus irmãos um dia ele estava com a visita do filho dele e alguns amigos e ficavam atirando tiro au alvo ele ficava me olhando me amendrontando através do olhar e sempre que tinha oportunidade me fazia beber bebida alcoólica pra abusar de mim e sempre me dava banho antes de ir pra casa até que um dia ele tentou abusar da minha prima e meu irmão mais velho descobriu tudo sobre mim e queria mata-lo mas ele já avia fugido meu pai aconselhou a nos que era melhor denuncia-ló mas a justiça não fez nada pois ele tinha dinheiro e sempre conseguia escapar dos seus crimes fiquei com o tempo tentei superar todo trauma vivia pros meus estudos com treze anos não não era mais virgem aquele homem me destruiu eu me fechei criei meu próprio mundo onde tinha medo de tudo até ir pra igreja e conhecer aquelas que foram minhas melhores amigas que me apoiavam em tudo mesmo sendo mais velhas que eu eram como se não houvesse diferença em nossas idades que juventude feliz com elas na igreja louvavamos íamos para encontro de jovens ficávamos fora de casa por dias era incrível não pensar nas humilhações que vivi com nove dez e onze anos conheci um amigo do meu irmão que soube do meu caso e quis namorar comigo aceitei foi um namoro tranquilo até dormimos juntos na casa do meu irmão foi minha primeira relação que eu desejava foi como meu primeiro sexo ele era incrível calmo e muito carinhoso mas sem consentimento do meu pai e com isso nem sempre podia ficar na casa do meu irmão com ele depois de seis meses juntos e muitos encontros amorosos a mãe dele faleceu eu fiquei todo tempo au lado dele durante o velório mesmo eu com pouca idade amadureci muito rápido por causa da vida que eu tinha ele era um jovem que já avia se casado mas estava separado e tinha um filho mas me tratava como se eu fosse seu primeiro amor e ele o meu nossa relação era muito boa mas descobri a traição e não consegui perdo-alo ele não parava de ir até a de mim até na escola ele ia de moto me pedir perdão mas eu era muito insegura e não conseguia olhar pra ele fiquei seis meses evitando ele até que um dia ele foi em casa com a ex dele e o filho fiquei muito triste com raiva mas superei fui convidada pra uma festa onde conheci meu primeiro marido Sérgio amigo do meu irmão um rapaz tímido que achava que eu era prima do meu irmão pois ele não me conhecia nesta festa aconteceu nosso primeiro beijo e assim começamos a ficar eu não gostava muito da ideia mas aceitava pois ele era um ótimo rapaz au olhos da família dele era o único filho que não dava trabalho pros país,meu pai tinha orgulho dele era como um filho namoramos por dois anos com quinze anos tive nosso primeiro filho com a vontade do meu pai me casei com dezesseis anos de idade neste período parei de estudar e virei dona de casa mãe de um filho mas sozinha pois ele viajava pra trabalha eu morava em uma casa do lado da casa da mãe dele era difícil mas tinha a companhia da minha irmã e da minha prima que sempre me trazia alegria para meus dias de tristeza