Um Natal diferente dos outros, neste belo dia o Noel não veio trazer presente para as crianças e sim para as mulheres que não estavam satisfeitas com seus maridos ou que estavam precisando de um amante por alguns minutos.
Uma noite em que várias mulheres gemeram nos braços do belo Noel, enquanto sua frase favorita era Ho, Ho, Ho, feliz Natal.
Uma noite inesquecível para várias mulheres, uma noite no auge do prazer Natalino.
Então eu desejo um feliz Natal para você e bons sonhos com o Noel.
Dedico este conto a você leitor.
Rasgam-se as nuvens no céu estrelado,
invade-se a vontade de gritar,
o Sol mantém-se ao longe, calado,
ouvindo o som do belo luar.
A fada desperta do sono encantado,
com a sua harpa de sonho a tocar,
o sol dormindo, sonha deleitado,
vislumbrando ao longe um novo acordar
Surge então um novo céu a nevar,
de noite e durante a madrugada,
O sol mantém-se coberto a sonhar
com as estrelas e com sua amada...
Ouve-se ao longe um galo a cantar,
adivinha-se o nascer de um novo dia,
A lua vai-se embora a chorar,
mas o Sol... desperta com alegria.
A lua adormece por fim.
Mas o Sol nada leva a mal,
pois ama a Lua tanto assim,
que voltará a encontrá-la num sonho de Natal.
Autor: Desconhecido
Era uma noite fria, o Natal estava chegando e o mundo inteiro estava se preparando. As crianças preparam suas meias, os adultos preparam a ceia, os enfeites, as árvores e os objetos de decoração em volta da casa. A chegada do velho Noel era algo que toda criança desejava. Mal sabiam elas que este ano não seria o bom e velho Noel que iria vir trazer presente para todas as crianças do mundo.
Polo Norte
Os brinquedos estavam sendo preparados especialmente para cada mulher do mundo.
Brinquedos
Massageadores Lora DiCarlo.
Crave.
Sex Ring OhMiBod.
MYHIXEL TR.
Band-Aid que acaba com a ejaculação precoce.
High Fashion Satisfyer.
Como um copo de whisky na mão direita e um charuto na mão esquerda, o jovem Noel olhava os presentes serem feitos pelas mãos de cada elfo que trabalha para seu pai, que já não estava mais em idade para viajar pelo mundo em uma única noite. A cada brinquedo sexual preparado, o próprio Noel colocava no saco.
Ele olhava com prazer para cada brinquedo feito e imaginava aquelas peças maravilhosas sendo usadas por ele no corpo de várias mulheres a noite toda.
Seu pai deu a ele o controle do trenó do pó mágico, para que na noite de Natal ele espalhasse felicidade pelo mundo.
Um sorriso nasce em sua boca ao pensar na felicidade que todas as mulheres irão receber este ano. O bom e jovem Noel não irá alegrar as crianças, pois tinha os elfos para fazer isso, vamos ter pena dos pequenos demônios que se diziam anjos. Hoje ele irá alegrar a noite de cada mulher insatisfeita.
Nova York
No fim de Nova York em uma cidade que não existia no mapa, existe uma mulher que está insatisfeita com o seu marido. Todas as noites ele a toma pela força sem se preocupar em dar prazer a sua amada, a única coisa que ele deseja é sentir prazer.
A cada noite o lindo Noel olha para essa mulher, que chora todas as noites por seu marido ser tão insensível ao ponto de não notar que sua mulher também quer ter o prazer que ela lhe proporciona.
Homem estúpido!
Ele olha para o corpo da bela mulher, seus lábios são vermelhos como o sangue, sua pele branca como a neve, seu cabelo preto como a noite, seus olhos azuis como o oceano.
Uma bela mulher e a primeira que irei levar para cama.
Um meio sorriso nasce na boca do descarado e belo Noel.
Dia de Natal
O dia tão esperado chegou, o Noel estava pulando pelas paredes de tanta ansiedade, para que o sol caísse no horizonte para que a escuridão a lua e as estrelas reinassem sobre o céu.
As horas foram passando até chegar o tão esperado momento, Noel saiu em busca do seu uniforme de papai Noel e o colocou sobre seu corpo musculoso, deixando o casaco aberto para que seu abdome ficasse amostra, e mesmo com todo o frio no pólo norte, seu corpo estava quente feito um vulcão.
Indo em direção ao estacionamento de trenós, ele pega o que se destaca em meio a todos os outros e por alguns minutos fica admirado o esplendor do trenó, mas logo sai do transe, pega cada rena e coloca em seu devido lugar, assume o assento que um dia foi do seu pai e guia as renas para fora.
Ele olha para os céus e sorri, pois as estrelas e a lua reinam sobre a terra. Com um puxão nas cordas que segura o ferro que guia as renas elas obedecem ao seu comando e voam em direção ao mundo.
Primeira cidade
Nova York. 22:00, Natal.
O vento de Nova York bate sobre meu rosto, um toque sutil que me deixa calmo, passou por uma grande cidade chamada Long Beach, ali é onde mora a mulher que mais chamou sua atenção nestes 12 meses do ano.
Ele coloca seu saco de presente nas costas, e com cuidado segue a tradição de seu pai descendo pela chaminé sem fazer um único barulho.
Dentro da casa, ele vê ao lado da árvore de Natal os presentes das crianças e um banco, em cima dele contém leite e biscoitos para o bom velhinho, ele nota que já estão mordidos e o leite foi totalmente tomado.
Rsrs, tinha que ser os elfos, bando de gulosos comendo meu lanche. - Pensa ele com certa ironia e um pouco de diversão.
Ele anda pela casa em direção ao quarto da bela mulher, ao entrar na sua cama vazia um sorriso nasce em sua boca pecaminosa. Com cuidado ele entra e tranca a porta sem fazer barulho, começa a dar passos até a bela mulher deitada em sua cama, ela dorme de toda encolhida, parecendo uma forma de se proteger de algo ao seu redor.
Quando está perto o suficiente dela ele começa a passar seus olhos por todo corpo pequeno da mulher, mesmo encolhida ainda dava para ter uma base de todos os lugares onde ela sentiria o prazer fluir.
Com cautela ele toca em sua pele, ela começa a se remexer, mas continua a dormir, sua mão esquerda se move até a bunda da mulher e aperta com cuidado colocando pressão ao mesmo tempo que faz um carinho em seu pescoço.
Cada toque de sua mão quente em minha pele me fazia suspirar, seu aperto em minha bunda me fazia soltar leves gemidos. O ar quente de seu hálito doce contra meu pescoço seguido pelo leve carinho de seus dedos no meu pescoço, aos poucos fez meu corpo começa a reagir aos seu toques provocantes, meus pensamentos me faziam pensar em como Mário estava gentil, me tomando com cuidado e dedicação, aquilo me fez abri meus olhos e esticar minhas duas pernas vagarosamente com medo de que ele pare e volte a ser o mesmo de sempre.
Sua mão que estava na minha, desliza pela minha cintura deixando um caminho de fogo em minha pele, indo para o meio das minhas pernas, com cuidado ele levanta meu babydoll até ficar em minha cintura, deixando minha calcinha à mostra. A outra mão ele usa para afastar minha calcinha para o lado, me fazendo soltar um suspiro de antecipação. Sinto sua respiração quente em meu pescoço fazendo minha pele arrepiar, solto devagar um pequeno suspiro já em agonia.
Gentilmente ele vira meu corpo, sorrio com sua atitude, estava ansiosa para ver seu rosto e beijá-lo como nunca, finalmente posso ver seu rosto, meu sorriso morreu dando lugar ao meu espanto quando percebo que homem que está me dando prazer, fazendo gemer não é meu marido, e sim um homem que não dá para ver o rosto direito, pois estava protegido pela escuridão e por um gorro vermelho, mas pelo porte do seu corpo ele é bem forte e alto.
Ouço o som da sua respiração contra a minha pele me fazendo ter arrepios. Seu rosto vem se aproximando para perto do meu lentamente, fazendo meu coração palpitar em expectativa, minha respiração se altera tornando-se acelerada.
Um gemido de antecipação sai de meus lábios, sinto dois dedos grossos entrarem com cuidado na minha feminilidade, seus dedos abrem passagem para ir mais fundo, lentamente ele começa a mover seus dedos, gemidos baixos e prazeroso começam a sair de minha boca, ele coloca a mão na minha bunda me puxando para mais perto dele. Por puro extinto abro um pouco mais minhas pernas, dando maior passagem para seus dedos. Ele move sua mão para minha cintura, mantendo o contato com minha pele, deslizando até vale entre meus seios levando para minha boca, com cuidado ele colocou dois dedos em minha boca.
— Chupa! — ordena com a voz rouca de tensão.
Como se meu corpo o conhecesse há muito tempo, ele obedece o seu comando, timidamente começou a chupar seus dedos, faço movimento circulares com a língua e uso meu lábios para cobrir os dentes, minha imaginação vai tão longe que imagino está mamando em seu pau, esse pensamento profano faz com que minha intimidade fiquei ainda mais molhada, e mesmo com meus gemidos consigo ouvir um gemido sai da boca do homem misterioso que está me dando prazer nesta noite de Natal.
Os movimentos dos seus dedos começam a ficar mais acelerados e meu quadril é forçado a se mover, seguindo o ritmo alucinante que este homem me proporciona.
—Ah! Por favor, mais rápido— Imploro louca para ser fodida.
Ele coloca um terceiro dedo, me invadindo com vigor, alargando minha intimidade. No começo sinto um pouco de dor, que logo se mistura com o prazer me trazendo uma sensação única.
Minhas pernas tremeram, meu corpo implora pelo alívio que estava chegando. Seus dedos estava quase me fazendo enlouquecer de tanto prazer, nunca senti um prazer com tamanha intensidade.
Com mais algum movimento um grito sai da minha garganta, me fazendo gozar com força total. Minha respiração está acelerada, meu corpo está cansado, o corpo do belo homem paira sobre o meu, já sem a roupa que não sei onde foi parar, nem a minha nem a dele, quando me dou conta, ele está beijando meu pescoço descendo para meus seios. Cada beijo parece fogo para em minha pele, ele dá atenção a cada um usando a mão e boca enquanto sua outra mão desce entre minhas pernas, me abrindo e deixando-me exposta ao seu toque.
Ele para o que está fazendo com meus seios e desse mais seu rosto até ficar na parte mais sensível do meu corpo, começo a ter dificuldade para entender o que ele está prestes a fazer.
Sem que me deixe dizer uma palavra, ele avança em direção a minha intimidade, chupando o ponto principal do meu prazer. Gritei em meio ao prazer, intoxicada com seus lábios, que chupavam o pequeno broto, me deixando zonza sem saber o que fazer com todo o prazer proporcionado por sua agilidade na minha parte íntima. Ele afasta os lábios da minha intimidade me olhando, sorri provocador e morde minha parte interna das coxas, minha vagina latejar fazendo-me soltar gritos de prazer.
Ele dá pequenos beijos molhados indo em direção minha intimidade novamente, testando meu controle com sua provocação, fazendo com que eu inclinei minha cintura em direção seu rosto, procurando seu lábios enquanto ele sorria depravado.
Sinto seus lábios tocarem minha vagina, esse toque faz meu corpo responder no mesmo instante, ele começa a colocar sua língua na entrada em que seus dedos estavam, com agilidade sua língua faz movimentos circulares me fazendo revirar os meus olhos. Seus movimentos rápidos e precisos me fazem enlouquecer em seus braços.
Ele para o que está fazendo me fazendo soltar um gemido de frustração — Não quero goze na minha boca, mas sim no meu pau, pequena — diz ficando sobre meu corpo e abrindo minhas pernas.
Calmamente ele me invade, e sentir um homem de gorro vermelho e estranho na minha cama nunca foi tão excitante. Estou transando com um homem que nunca vi na minha vida, ele não me dá tempo para pensar, logo toma minha boca em seus lábios e começa a fazer movimentos frenéticos, me levando à beira da loucura humana.
Vem e vai. Vai e vem, um ritmo alucinante que está me deixando louca me fazendo querer mais e mais. coloco minhas mãos em suas costas, cravo minha unha em sua pele e meus dentes em seu ombro ouvindo um gemido de dor e prazer vindo da parte dele, uso meus dois pés para abraçá-lo com as penas.
Mais alguns movimentos e finalmente chego ao meu limite, com um grito de prazer liberto todo desejo que venho guardando por anos de casada. O belo homem faz o mesmo e nossos corpos caem sobre a cama, o meu no coxão e o dele por cima do meu. Com certa dificuldade tento abrir meus olhos mas não consigo, lentamente vou adormecendo, mas não antes de ouvir o que ele falou.
— Hó, Hó, Hó. Feliz Natal— diz ele e não ouço mais nada, sentindo a escuridão me consumir.
Bolívia
Rússia
Arábia
Argentina
Bélgica
Flórida
Japão
China
Estados unidos
México
Texas
Etc…
Vários países em menos de duas horas, olho para as nuvens que batem em meu rosto, a lua ainda está no céu reinando com seu brilho majestoso e as estrelas como suas servas mais fiéis. Um sorriso nasce em sua boca só de vir em sua mente o gemido de cada mulher que estava debaixo de seu corpo gritando para fodê-las mais forte. A próxima cidade seria Nova Orleans.
Em uma casa de cor azul, com cuidado desço novamente pela chaminé. Todos da casa já estão em seus aposentos, calmamente subo as escadas, ao final dela existe um corredor que dá acesso a vários quartos, ao entrar em um dos quartos noto que o quarto é totalmente azul com várias estrelas no teto. Na cama havia uma criança dormindo calmamente, silenciosamente fechou o quarto indo para a porta no fim do corredor, ao abri-la encontrou uma mulher sentada de costas para a porta.
Avançou sobre ela, dando-lhe um beijo avassalador. Pegou-a pela cintura, carregando-a em meu colo, apertando sua bunda com vontade, o instinto dominador corria em seu sangue.
A mulher solta um gemido ao ser solta sobre a cama, eu caio por cima dela, espalhando beijos ardentes por todo o pescoço, me inebriando com cheiro gostoso do seu corpo enquanto ela gemia dizendo- Por favor. Eu preciso...
Um sorriso de canto aparece no meu lábio inferior. Soltou um grunhido enquanto puxava a fina camisola para cima, deixando exposto o corpo pequeno, mas cheio de curvas que o impactava demasiadamente. Deixando-me insano, maluco de desejo.
— Eu quero você — murmurou, enquanto puxava a todo vapor aquele casaco vermelho que a impedia de tocá-lo, junto à blusa que ele usava. Queria ver seu corpo. — Eu te quero senti-lo, me foda.
Noel parou o beijo no pescoço macio, desceu pelos ombros e voltou para frente, encontrando o par de seios mais atraentes que já vira. Passou sua língua pelo mamilo esquerdo, arrancando um gemido alto da bela mulher. Ela enlaçou-o com as pernas, esfregando-se veemente sobre o membro enrijecido. Ele abocanhou o seio esquerdo, apertando o direito, lambeu as laterais e o colocou novamente na boca, ouvindo os suspiros prazerosos daquela mulher gostosa.
— Me chame de Daddy Noel! Farei você ter a melhor noite de sua vida. — diz com a voz rouca.
– Daddy Noel – gemeu o nome dele. Noel desceu os chupões pela barriga, chegando ao umbigo com vontade, mordendo a pele branca de sua propriedade. Deslocou-se mais para baixo, encontrando o que mais queria naquele momento. – Oh, Daddy noe...
Sussurrou assim que ele se afastou. Olhando-a com luxúria, ele afastou as pernas que poderiam prendê-lo e afundou entre elas. Sugando com anseio e firmeza, se empenhando grandemente em dar prazer.
— Oh! — Ele rolou sua língua, passando pelo clitóris sugando-o. Nayara gritou, levando suas mãos até o final na cama, puxando o lençol, arqueando seu corpo para frente, vendo-o trabalhar com dedicação. – Ah… Noel! - Gritou seu nome, ao sentir sua língua ir mais fundo, descendo até o ânus.
Noel a virou de lado, passou uma perna por cima do ombro, e a outra a abriu mais à sua frente. Olhou para Nayara que respirava ofegante, mais uma vez com um de seus dedos estavam pelas beiradas, atiçando-a ainda mais, abriu seus lábios vaginas e voltou a lamber cada lugarzinho com interesse naquela pele molhada.
— Daddy Noel. Oh! Daddy Noel. — Contorcia-se.
Daddy! – Gemeu forte e olhou para baixo. Ele estava lá, sorrindo, com dois dedos dentro dela, entravam e saiam lentos, mas gostoso, a deixando enlouquecida. – Mais Daddy. - pediu. Ele riu de canto, retirando seus dedos.
– Você é tão gostosa. – Rosnou, quando seu pênis entrou inteiramente dentro dela. Nayara gritou, e fitou os olhos negros. Ele agachou para dar-lhe um beijo e segurou a cabeça.
As pernas dela se abriram completamente. Noel não esperou por um sim, apenas começou a mover seu quadril de encontro à boceta encharcada, arremetendo a todo fervor.
- Oh. Meu... Deus - Gemeu Nayara, virando seu pescoço de um lado para outro, enlouquecendo com a sensação arrebatadora. Noel tomava impulso segurando-se na cama, ia mais longe e entrava até o final, preenchendo-a completamente, sendo espremido por aquela vagina apertada, sua completa perdição.
— Nayara — foi à vez dele dizer seu nome coberto pelo prazer que sentia. Ela levantou suas mãos enlaçando-as no seu pescoço, puxando-o de encontro a sua boca, beijando-o rapidamente. — Gostosa.
— Delícia — Falava ao aumentar a velocidade, ele gozaria a qualquer momento.
— Ah — Gritou alto. Noel parou, retirou seu pênis de dentro dela e a virou na cama, puxou sua cintura pondo-a de quatro à sua mercê, voltando a penetrá-la rápido e profundamente. – Daddy
Gemeu apertando o lenço abaixo de suas palmas. Ele apertou a cintura dela, levando-a e trazendo de encontro a seu mastro duro, sentindo mais prazer, dando-lhe mais prazer. Uma imagem que ele nunca iria esquecer. Enfeitiçado, ele abaixou para beijar a pele suave, coberta por uma fina camada de suor, explorou com desejo, lambendo seu pescoço, beijou seu rosto, nunca parando a velocidade, subiu para perto dos ouvidos e parou.
— Você nunca irá se esquecer de quem esteve dentro de você neste Natal – disse com a voz rouca e Nayara gemeu.
Com mais alguns movimentos ela gozou junto com ele. A escuridão consome a bela mulher e mais uma vez o Noel desaparece com apenas poucos minutos de sexo, deixando mais uma mulher marcada por ele.
Com um sorriso no rosto o lindo Noel voa pelos céus atravessando as nuvens, o Natal já está terminando, ele olha para o relógio de ouro em seu pulso e percebe que falta menos de uma hora meia para o Natal acabar.
Ele sobrevoa os céus em direção a penúltima casa da noite, ao chegar ele estaciona seu trenó na casa que é rodeada por um grande muro.
Ele respirou fundo sabendo que teria dificuldade para entrar naquela casa, então ele usa um pouco de pó de fada, jogando-o sobre seu corpo, seus pés saem do chão fazendo-o chegar até o telhado. A chaminé está apagada significando que todos já estavam dormindo. Ele cuidadosamente desce a chaminé certa dificuldade por conta do seu corpo, logo chega ao chão da casa. Ele olha para seu corpo e mesmo no escuro ele pode notar que estava sujo.
Ele caminha confiantemente em direção às portas da casa com passos precisos, entra na residência por uma porta de cor branca, andando em direção ao quarto, ele não perde tempo pois sabe que o procura está logo atrás daquela porta que abre rapidamente assim que sua mão envolve a maçaneta. Ao abrir vê uma linda mulher distraída em seu banho totalmente com corpo nu na banheira, ela está de costa, a mulher se levanta saindo da banheira, a espuma escorregava nas curvas apetitosas de seu corpo. Era impossível controlar seus olhos, para não descerem indo para sua bunda que é bem generosa, só de imaginar a marca da minha mão ali já fico com água na boca.
Entro no banheiro e tento fechar a porta com cuidado, mas quando vou fechar com a chave ela cai no chão fazendo com que o som ecoe por todo banheiro, chamando a atenção da mulher. Ela se vira para me olhar e vejo medo em seu rosto.
— Quem é você? Por favor, não me machuque! Eu tenho dinheiro no meu quarto — suas mãos trêmulas vão direção suas partes íntimas tapado de minha visão.
— Eu não farei mal algum você. — diz ele olhando para ela. — Sabe que dia é hoje princesa? — pergunta ele.
— Sim. É Natal. — Fala com um pouco de medo, mas com um toque de curiosidade em sua doce voz.
— Sim é Natal. Você já ganhou seu presente?
— Não! — fala meio desanimada, seus olhos vacilantes de tristeza que mexem com algo em mim.
Precisava mostrar para aquela bela mulher que poderia ter o melhor Natal de todos.
— Não desanime eu te darei um presente prazeroso. — Fala com a voz rouca.
Ela me olhou curiosa com seus grandes olhos pretos repletos de curiosidade, mas também receio pelo medo de se machucar. Ela era uma bela mulher que não aprendeu que vida podia ser prazerosa e doce.
Vou mostrar hoje em meus braços.
Sorrio andando até ela que dá um passo para trás, olho em seus olhos tranquilizando seu ser.
Ela me olha com um pouco de curiosidade em um misto de ansiedade, a cada passo que vou dando até ela seus pés dão um para trás tentando deixar uma distância segura de mim, até que chegamos ao ponto de sua costa bater levemente na parede e ela não ter para onde fugir, meu sorriso se amplia mais um pouco, sua respiração muda, de calma se torna rápida e ofegante. O ar que um instante atrás estava normal se torna espesso de pura luxúria, sinto seu desejo voando ao nosso redor, ela estava sedenta pelo pecado, posso apostar todas as renas do meu trenó que ela estava encharcada.
Desejo cru era o que tinha em seus olhos, suas pequenas mãos vão para meu peito tocado com certo receio de eu sumir de sua frente.
Deixo que explore sem medo meu corpo, quero que me sinta e liberte todo o desejo reprimido de seu corpo.
Devagar, tocou gentilmente seu queixo fazendo com que ela me olhasse nos olhos, beijasse seus lábios devagar acariciando-os com os meus, ela me acompanha testando seu mais novo achado.
Os minutos passam e finalmente a pequena começa a se soltar, suas mãos começam a explorar mais do que meu peitoral, ela usa suas unhas para começar a me arranhar fazendo um caminho do meu peito até minha cintura. Todo o meu corpo entra em estado de alerta e excitação por finalmente ela entender como se usa seu presente de Natal.
Ela estava começando ficar eufórica como criança com seu presente novo, minhas mãos deslizaram para pescoço dela indo para sua coluna. Ela estava arrepiada com meus toques provocando seu corpo que despertava para queimar no meu fogo.
Me abaixo e beijo seu queixo, ela levanta mais sua cabeça, vou deixando pequenas beijos molhados descendo até seu pescoço, a pequenina dá total acesso a seu pescoço, dando leves mordidas fazendo com que gemidos saiam de sua boca e ela coloque mais um pouco de pressão nas unhas que agarram minhas costas.
Solto um gemido que faz com que ela pare por alguns minutos, mais logo ela volta a minha arranhar, subo meus beijos de volta para o seu queixo e paro em seus lábios, pego seu lábio inferior com os dentes e mordo de leve fazendo-a soltar um gemido baixo e sexy.
Ela lambeu seus lábios e eu não consigo desviar o olhar, ela ficou de lado o que faz ter uma visão maravilhosa dos seios redondos, rosados e médios, com uma aparência deliciosa.
Pressiono-a na mais contra a parede e me esfrego nela mostrando o tamanho da minha ereção enquanto beijo seus lábios, e ambos ficamos cegos pelo imenso prazer que sentimos.
Ela mete suas mãos entre os cabelos dele puxando-o para mais perto, mordendo seus lábios e sugando sua língua, enquanto ele desce uma mão para o sexo dela, ela grita gemendo enquanto eu aumento o ritmo dos meus dedos dentro de sua feminilidade. Seus gritos de prazer me enlouquece fazendo com que eu a deseje ainda mais.
— Eu quero você dentro de mim — sussurrou agarrando-se a mim e com mais vontade. Solto seus lábios para começar a lamber seu pescoço cheiroso, depositando todo o meu desespero e desejo repentino por aquele corpo sensual.
Ela desce as mãos para minhas costas me arranhando, enquanto eu mordo o pescoço dela, dando um chupão forte que a faz gritar dentro daquele banheiro abafado.
— Shiii — digo em seu ouvido dela, puxou suas mãos de minhas costas e as prendo acima de sua cabeça. Desço beijos novamente pelo seu pescoço, chupando-o, mordendo-o, deixando um caminho marcado por toda a pele cremosa.
Chegou aos seus seios e soltou suas mãos, segurou as pernas dela, forçando-a contra a parede enquanto amamento aqueles seios médios e deliciosos. Mais uma vez ela geme agarrando meus cabelos com força, gritando de prazer quando meus lábios alcançam seus mamilos endurecidos pela excitação. Ela ofegou enquanto mordo o bico dos seus seios entre os dentes. Ela fica mais excitada, mais do que pensava que poderia ficar na vida.
Sua libido está ótima para se entregar para um desconhecido em um banheiro.
Naomi desce suas mãos até a barra da camisa vermelha dele e a puxo, ele para de chupar os seios dela, e eles rapidamente se olham. Naomi ficou ainda mais impressionada com o corpo daquele homem, ela simplesmente fica ofegante ao olhar tanta beleza num só humano. Naomi sela seus lábios no peito dele, passando a mão por toda aquela área, beijando os cabelos que tinham em seu peito, seus lábios descem até os mamilos dele, ela beija e morde de leve, fazendo Noel grudar suas mãos na parede, segurando-a.
Ela desceu suas mãos até a barra da calça também vermelha, metendo mão por dentro, massageando seu pau que estava duro dentro da cueca. Naomi faz leves movimentos para cima e para baixo e Noel geme enquanto se agita para entrar nela até as bolas, por horas, talvez mais.
—Droga — ele rosna sobre os lábios dela, tão doces de beijar. Ele encosta sua testa na dela quase não aguentando mais sua excitação. Naomi, esperta, abaixou sua cueca vendo-o morder os lábios, fechando seus olhos. Ela se abaixa para abocanhar o grande membro, que mal cabe em sua delicada boca, ela olha para cima com um riso malicioso e tira a boca lentamente de sua extensão.
— Está durinho assim por minha causa? — Pergunta sendo brutalmente levantada do chão. Noel ri enquanto puxa a calcinha dela e segura seu rosto grudando-o na parede — Que violência! Eu gosto assim.
— Você gosta muito de provocar — diz enquanto adentrava com força a menina, fazendo-a gritar enquanto se segura na parede. O desejo junto a um intenso prazer a deixou mole diante daquele homem — Que gatinha? Não era você que gosta de violência? — pergunta sorrindo e ela ri.
— Cala a boca Noelzinho — ela diz olhando para a mão dele na parede ao lado do seu rosto. — Faça o seu melhor e me foda com força antes que meu marido chegue do trabalho e mate-o.
— Não me diga — ele segura a cintura dela com uma mão para intensificar as estocadas duras dentro dela, fazendo-a gemer roucamente.
As estocadas eram firmes e brutas ao mesmo tempo, Noemi olha pra ele por cima do ombro, os lábios quase colados, apenas ouvindo um ao outro gemer. Noel segura sua cintura empurrando-se cada vez mais para dentro com força, sem se importar com a dor que ela sente. Suas mãos grossas, deslizam pelo corpo dela, apalpando os seios deliciosos, ou sua cintura fina, puxando-a contra seu corpo e se colocando cada vez mais como se quisesse atravessar o corpo na sua frente.
Comparado ao seu marido e aos outros homens com quem ela já teve, Noel estava tirando seu fôlego, começando por sua beleza física um tanto forte, cheio de músculos, e ela queria tirar o resto de suas roupas para ver melhor cada pedacinho. Sua energia a deixava entorpecida e aquele pau enorme, dentro de si, levando-a à loucura.
— É só isso que você tem? — pergunta, provocando-o, essa era a sua melhor especialidade, provocar o alheio.
Noel sorriu, saindo dela rapidamente e virando-a com lentidão, olhando nos olhos admirado por tamanha beleza que aquela garota possuía. Pegou a mão direita dela beijando-a com carinho, ele colou seus corpos novamente, suas mãos agarram as dela novamente, prendendo-as por cima da cabeça. — Você gosta de provocar, não é? — a voz sexy ao pé do ouvido dela, deixa-a ofegante. — Vamos ver se você aguenta ser provocada — diz malicioso.
Seus lábios deixaram seu ouvido e beijou sua testa, sua bochecha esquerda e logo a direita, um beijo no queixo, outro do nariz e por último nos lábios. O beijo era lento, quente e demonstrava o quanto ele a queria naquele momento. Deixou os lábios doces e gostosos, e desceu pelo pescoço, passando a língua até os seios desnudos, beijou o direito sugando-o forte, depois mordeu o esquerdo. Noemi deitou sua cabeça para trás e gemeu fechando os olhos.
Não havia um homem na face da terra, que soube satisfazê-la corretamente, nem mesmo seu marido. Não podia ser que justamente aquele desconhecido, saberia. Noel levantou sua cabeça e a fitou, entreabriu os lábios, beijou sua boca novamente, mas não aprofundou.
— Gostou? – Perguntou cheirando os cabelos pretos.
— Era só isso? — Provocou, e ele riu de canto lambendo seu rosto.
— Isso é só o começo.
Noel soltou as mãos dela, desencadeando-a da parede rapidamente, encaixando seu membro dentro dela, gemendo com violência. Ela se agarrou a ele, selando seus lábios rapidamente. O beijo dele era delicioso, com toda a certeza ela não ficaria mais sem. As estocadas foram ficando mais profundas, o beijo enlouquecendo ambos os corpos.
O primeiro orgasmo de Noemi chegou deixando-a louca, o grito foi alto e Noel a sentou rapidamente na pia levantando as pernas dela. Noemi encosta sua cabeça na parede. As estocadas continuam duras e firmes, até ele chegar ao orgasmo. Ele retira seu pau de seu interior, ela então abaixa-se para chupá-lo até o final de seu gozo. Não tirando os olhos dele nem por um momento, e quando acabou ele a puxa para cima.
Finalmente os dois gozaram novamente juntos, a mulher estava tão sonolenta que não conseguia abrir os olhos. Antes de cair no sono ela ouviu.
— Hou, Hou, Hou, Feliz Natal! — diz ele sumindo e ela apaga.
Olho para o horizonte e vejo os primeiros raios de sol, nem todas as mulheres do mundo passaram por debaixo do meu corpo, mas em compensação deixei um presente para cada uma embrulhado em uma caixa vermelha cor de sangue.
Em meu trenó vejo a bela vista do sol saindo por trás das montanhas, em minha cabeça vem a primeira mulher com quem me deitei à noite quando estava começando o Natal.
Guio minhas renas de volta para Nova York, para ver a bela mulher que não sai da minha mente.
Nova York, 02:00 Horas da manhã.
Chegando na casa, faço do mesmo modo que fiz antes entrou pela chaminé, quando estou dentro subo silenciosamente as escadas, e abro a porta que dá acesso ao seu quarto, vejo um homem deitado na cama, deve ser o marido dela, mas só vejo ele na cama não avistou a bela mulher, passo na ponta dos pés até banheiro do quarto do casal, mas ela também não está, então decidi descer para ver onde a pequena Afrodite está, passo pela sala de estar, área de lazer e finalmente pela cozinha onde ela está segurando um copo de água em suas mãos olhando para o nada.
Uso passos leves para chegar até ela, quando estou perto o suficiente toco seu ombro de leve ela salta para o lado e se vira para mim com rapidez quando seus olhos me veem, noto um misto de surpresa e medo.
Mesmo com medo em seu olhar ela pulou nos meus braços. Ele a levantou fazendo com que as penas dela abracei sua cintura, ele empurra tudo que está em cima da mesa de madeira da cozinha e com luxúria joga o corpo de Katarina sobre ela, ela solta um gemido enquanto ele rasga a camisola dela para se deleitar nos seios fartos, com bicos rosados.
Katarina desce suas mãos trêmulas e agarra os cabelos do Noel, fazendo-o chupá-la com mais vontade. Ele abra mais as pernas dela, e tem o prazer de ouvi-la pronunciar seu nome, Noel enlouquece, admite para si mesmo.
O gemido de Katarina o deixou louco enquanto ela geme seu nome, molhada e pronta para recebê-lo. Noel abaixa sua cueca, seu membro duro suplicando para estar dentro dela, para brincar com Katarina e ter seu próprio prazer. Ele desliza a cabeça por entre o clitóris e a entrada, ela geme e ele também.
— Não me torture, apenas entre logo. — Ela pede. — Noel desce uma perna dela para o chão, e levanta a outra até seu ombro, pondo-a sem questionar naquela posição, a mulher estava molhada, e totalmente entregue ao prazer.
Cego de luxúria, ele entrou de uma vez. Seu corpo relaxou, seu sangue ferveu, Noel apoia uma mão ao lado dela, e outra apertou a perna dela em seu ombro. Começou a arremeter com força, sabia que ela não gozaria antes dele, e que aguentaria tudo como é que aguentaria tudo como uma boa menina esperando para quê gozarem juntos.
— Você é deliciosa demais — ele murmura agachando para beijar os lábios de Katarina que geme se agarrando a ele, arranhando suas costas descendo pelos braços, descolou os lábios para gemer e morder o pescoço dele, deixando uma marca vermelha. Noel desceu os beijos pelo pescoço e parou nos seios, mordendo os bicos prendendo-os entre dentes, deleitando-se ao ouvir outro gemido no seu ouvido.
— Está totalmente dentro de mim — ela geme olhando para o encontro dos seus sexos, Noel metia com força e rapidez, fazendo o corpo da Katarina ir e vir em cima da mesa. Com os corpos suados, o barulho dos corpos se colidindo era audível. Os dois deliram juntos de prazer e ansiedade pela esperança de um orgasmo de verdade.
Noel gemeu o nome dela quando a mesma o apertou com sua feminilidade, ele saiu rapidamente dela e retornou com mais força fazendo-a soltar gritar entre gemidos, que se tornaram música para seus ouvidos.
— Venha comigo para o Polo norte! — diz em seu ouvido enquanto a fode. — Deixe seu marido, pegue seus filhos depois, venha e se torne minha senhora Noel.
Ela olha para ele e nota que seu rosto está sério, ele estocou mais algumas vezes e os dois gozam juntos.
Sem pensar em mais nada, ela dá um sorriso de lado. — Irei com você— diz ela ofegante, ele a olha e sorri.
Meio minutos depois os dois já estão vestidos, ela ouve a porta sendo aberta e fechada e sabe que é seu marido está vindo, Noel estende a mão esquerda para que ela segure, ele a puxa com velocidade para fora de casa. Os dois vão até o quintal da casa e quando ela vê o trenó com as renas fica radiante. Ele ajuda ela a subir e logo depois ele sobe dando a ordem para que as renas voem. Antes que as criaturas tirem o pé do chão ela vê o marido olhando para os dois, ela dá um meio sorriso e um tchau para ele!
Noel como não fica atrás diz suas palavras. — Hou, Hou, Hou, Feliz Natal. — E se vai.
E você está preparada para esse Natal?
Estão prontas?
Ótimo, então feliz Natal, e que esse Noel te dê um prazeroso presente, eu já recebi o meu.
F I M
Agradeço primeiramente ao meu Deus por esse dom que ele me deu que me permite colocar essas ideias no papel e depois a cada leitor que me acompanha desde o início, que não desistiu de mim. Obrigado de coração!