CAPÍTULO - ÚNICO
Esta é a história de Marjorie Andersen uma garota que não era diferente de nenhuma jovem de sua idade com o seu emprego e deveres. Com suas aspirações e sonhos. Sempre esperando que algo realmente inesperado fosse surgir em sua vida, como num conto de fadas ou estar dentro de uma comédia romântica acontece, porém, que isso estava prestes a acontecer, contudo, ela não se deu conta que seu dia iria ter uma drástica mudança. Exatamente sobre esse dia de Marjorie que iremos contar.
O despertador tocou estridente em sua mesa de cabeceira praguejou baixinho o soar do maldito aparelho, queria continuar a sonhar com o galã do filme da noite passada, colocou o travesseiro em sua cabeça para isolar o ruído, porém tinha que se levantar, ajeitar as coisas. Então apertou o écran do celular e interrompeu o alarme sonoro. Esfregou os olhos para despertar de vez. Um pensamento tomou sua mente: 'O dia tem tudo para dar errado'.
Mesmo assim, se levantou tranquilamente para tomar um belo banho, fez sua higiene bucal e retornou para o seu quarto novamente. A garota ajeitava seus cabelos em frente ao espelho, não tinha muita vaidade em melhorar a aparência. Suspirava. Queria na verdade que sua vida começasse. Pensou irônica se ela havia começado, esqueceram de avisar esse fato. Riu consigo do pensamento que lhe ocorreu. Ouvia sua playlist com alguns grupos musicais e cantores que ela curtia. Cantarolava algumas vezes para se distrair. Olhou a tela do celular e deu um sobressalto o tempo tinha voado sem ela se dar conta, não poderia se atrasar no curso de aperfeiçoamento de professores.
Se agitou em terminar seus preparativos, colocou a roupa que havia escolhido sem muito cuidado, sentia mais necessidade de se sentir confortável do que se sentir bonita. Foi a cozinha pegou uma maçã na fruteira e colocou em sua bolsa. Colocou ração para o seu bichano saindo em seguida pelas escadas, desejava pegar o ônibus das nove e dez, assim poderia chegar com folga no evento.
Acelerou o passo para chegar à avenida. As ruas já estavam repletas de transeuntes que pareciam formigas. Apressou o movimento, afinal não tinha porque se atrasar. Ao chegar a parada notou que estava apinhada de pessoas, todas se espremendo para conseguir entrar no primeiro ônibus que surgisse. Pensou consigo, algo errado estava acontecendo ali, então reconheceu a professora que trabalhava com ela, tinha um filho muito gostoso, até teve a impressão dele a olhar de vez em quando, nos eventos sociais que eventualmente se encontravam, afastou tal pensamento e se aproximou da senhora que olhava para seu relógio com um semblante preocupado.
-Bom dia! - Sorriu amistosa. - Oi Leia, saberia dizer porque está tão lotado hoje o ponto de ônibus?
A mulher a olhou com certa estranheza.
-Não está sabendo?
-O que deveria saber? - Estava confusa.
-Os motoristas de ônibus entraram em greve! Estão operando com apenas trinta por cento da frota.
-Ah! Isso é terrível. - Colocou a mão na testa. - Vamos nos atrasar. Justo hoje vão fazer essa maldita paralisação! - Estava chateada.
- Com certeza, Marjorie, isso é terrível, mas meu filho vem me buscar. - Olhou novamente o pulso. - Já devia estar aqui. - As duas trocaram um sorriso afável.
Nesse momento a senhora se vira na direção de um rapaz que buzinava do outro lado da avenida. Então, Novamente volta a sua atenção na direção da jovem com um semblante aflito.
-Poderia vir com a gente. - Colocou a mão no ombro dela. - Assim não irá se atrasar
Agradeço muito a gentileza. - A voz soou desanimada.
- Ótimo, minha filha, então venha conosco, - Seu rosto era luminoso. - lhe daremos uma carona. - A jovem sorriu aceitando o convite.
As duas atravessaram a rua e foram ao encontro do rapaz que as aguardava. Ao se aproximar do veículo notou que era justamente o rapaz que sempre a olhava com um semblante que a deixava sempre agitada, ele era perigosamente lindo. Estava de óculos escuros, isso já contribuía para deixá-lo mais irresistível. Tentou se mostrar indiferente aquele homem magnético. A senhora foi logo falando.
-Oi! Ben vamos dar carona para a minha amiga de trabalho. - O motorista olhou para a garota, baixando um pouco os óculos, como se quisesse escaneá-la.
- Tudo bem, mãe, entrem para vocês não se atrasarem mais.
As duas entraram no veículo rapidamente. Sem perder tempo, o rapaz deu a partida no motor, deslizando suavemente pelo asfalto.
Tamborilou os dedos no volante.
-Estão indo para o mesmo lugar? - A olhou pelo retrovisor. Foi tão íntimo o gesto dele que a fez estremecer. Quando ela ia esboçar a resposta. A senhora se adiantou.
- Claro que vamos para o mesmo lugar.
- Então você é professora? - Voltou a encará-la pelo espelho. Ele era intenso. Algo nele a hipnotizava. - Qual matéria?
A mãe no banco do carona estranhava a atitude do filho, estava muito conversante, no geral sempre era taciturno.
-Ora filho, que sabatina é essa com a menina?
-Ah! Propósito... - Olhou para a garota e depois para o filho. - Esse é Ben, meu filho.
A jovem sorriu.
-Prazer em conhecer você. - Riu e olhou para o motorista que a fitava a todo momento. - Meu nome é Marjorie Andersen, mas pode me chamar apenas de Marjorie. - Notou um leve sorriso brotando naquela boca que devia ser uma delícia de beijar. - Sou professora de História.
- Tá falando sério?! - A voz dele soou divertida. Ela anuiu um pouco tímida. - Adoro essa matéria, Indiana Jones. Esses lances de caçar coisas antigas. - Ria abertamente.
Marjorie se encantou com o rosto alegre do rapaz era de fato, muito bonito. Percebeu os ombros largos. Meneou a cabeça para não viajar em pensamentos impróprios por tentar imaginar outras partes da anatomia dele. Assim voltou ao tema da conversa.
Assim, a viagem prosseguiu tranquilamente. O homem ao volante sempre media a garota no banco de trás, toda vez que dispensava uma atenção silenciosa para ela fazia seu corpo todo vibrar desejosa por mais olhadas assim da parte dele. Então chegaram no local, estacionou o carro para que elas saíssem.
-Mãe, pego a senhora no final. - Baixou o óculos para ver Marjorie mais uma vez. Achava a garota linda e tímida. Sentiu um desejo incontrolável de tirar aquele acanhamento dela. Dar beijos de estalar os lábios Amar ela sem reservas até que ela ficasse saciada. Pigarreou para disfarçar os pensamentos impróprios, desviou o olhar da garota para mãe e, tentou soar indiferente.
- Combinem de se encontrarem na saída, para que a Marjorie volte para casa segura com a gente.
- Ótima ideia, meu filho vou fazer isso.
Marjorie sorriu sem graça para o rapaz que parecia que queria despir ela com o olhar. Todavia ela também queria que ele fizesse isso com as mãos também. Em falar nisso, as dele eram enormes. Queria aquelas mãos alisando seu corpo inteiro. Deu as costas para não pensar mais em bobagens.
Assim ele se despediu da sua genitora. Elas seguiram para o curso.
(...)
A noite estava fresca. A capacitação foi interessante. Marjorie estava cansada, porém muito alegre, pode encontrar muitos colegas do Tempo da faculdade, atualizar algum assunto de alunos que há muito não via.
O grupo estava se dispersando, cada um rumando para os seus destinos. Então ela observou um carro que já não era tão desconhecido parar.
Ele desceu do automóvel. De um modo que ela pode contemplar o quão grande o rapaz era o corpo perfeitamente delineado calculava o que poderia fazer com cada centímetro daquele homem colossal, meneou a cabeça para tirar tais loucuras de sua mente, ele era só o filho de sua amiga de trabalho, mas queria acariciar aquela pele sem desprezar qualquer espaço. Ele caminhava com a beleza de um felino. Percebeu que a fitava intensamente. Vinha em sua direção. A cada passo que ele dava, não era apenas o seu coração que pulsava. O seu baixo ventre estava desperto e vibrante. Marjorie apertou as coxas discretamente. Mordeu os lábios, quando ouviu a voz grave do homem.
-Olá Marjorie, por um acaso viu a minha mãe. - Seus olhos percorriam o corpo inteiro da garota, não disfarçava o modo faminto que a devorava com os olhos, ela por sua vez estava cada vez mais excitada com tudo aquilo.
Antes que a professora respondesse para o rapaz, Leia se aproximou da dupla.
-Boa noite. - Beijou a face do filho, depois fez o mesmo com a amiga.
- Olá Léia, gostou do curso? - Marjorie perguntou para disfarçar o rubor que Ben provocava nela.
- Sim muito, querida - Sorriu amistosa - ainda bem que encontrei vocês aqui. Vim avisar que vou com Luke e Kenobi para um pub. Quer vir com a gente?
- Obrigada, acho uma ótima ideia. É aquele barzinho que abriu essa semana?
-É esse mesmo. Vai ser ótimo conhecer lugares novos. - Leia se enroscou no braço da mais nova. - Apressem o passo os rapazes estão esperando por nós.
Marjorie olhou por cima do ombro para Ben que sorriu de modo sacana. Com um semblante carregado de segundas intenções, ela sorriu o mais maroto que conseguiu. O cara era muito gostoso. O desejo entre eles crescia cada vez mais, ela mal podia acreditar que tal coisa estava acontecendo.
A noite prometia muitas novidades. A docente estava aberta para viver todas as oportunidades que surgiam diante dela. A isso dois homens se aproximaram deles.
O grupo logo se enturmou de modo rápido e natural, trocaram algumas impressões sobre o curso. Luke e Kenobi como instrutores ouviram com atenção as opiniões de quem foi instruída. A garota era desenvolta e muito articulada. Dava seu ponto de vista de modo convicto, porém com muito respeito. Os mais velhos a ouviam com atenção e contentes de conhecer uma jovem tão inteligente.
Ben a olhava com um misto de paixão e admiração pela professora. A garota se mostrou ser uma gostosa novidade. Então todos foram para o local indicado.
O barzinho era muito aconchegante. Uma banda indie, tocava músicas suaves e, que envolvia o local numa atmosfera calma e envolvente. Marjorie olhou para o rapaz, notou que ele a encarava com um olhar lascivo. O sangue dela começou a fervilhar em suas veias. Tentou se recompor ao ouvir sua colega de trabalho.
- Vamos sentar aqui, está bem localizado. - Todos concordaram alegremente.
- O que vamos beber? - Luke olhava por cima de seus óculos. Tinha um cardápio nas mãos.
Todos ficaram à vontade em escolher os seus drinks. O grupo seguiu animados conversando todos os temas comuns, política, futebol e filosofia. A risada era fácil e a camaradagem muito fluida. A noite foi passando e todos começaram a se sentir um pouco mais cansados. Então, decidiram ir embora, mas antes combinaram fazer isso mais vezes. Todos concordaram.
No estacionamento do pub, Marjorie começou a tocar na tela de seu celular, Léia deu umas tapinhas na jovem de modo carinhoso.
-Nada disso, minha querida, vamos dar uma carona para você. - Sorriu maternalmente. - Não é filho?
-Sem problemas, dona Léia, levaremos a sua Amiga em segurança.
- Acho muito bom. - se despediram dos outros professores e se encaminharam para o carro de Ben.
Os dois caminharam lado a lado até o veículo, sua mãe ia mais a frente. Ben foi ousado roçando os seus dedos na altura do quadril da garota que adorou o arrepio do toque e a ousadia do rapaz.
Ele abriu a porta para ela que agradeceu sentando no banco de trás. O rapaz ajudou a mãe, logo em seguida entrou. Deu a partida do carro que roncou suavemente.
À medida que se aproximava do destino os olhares pelo retrovisor ficavam mais quentes, quando Ben parou o automóvel Marjorie, mal pode acreditar que estava na porta da casa de Léia, então a mais velha desceu do carro e se inclinou para ver a garota.
-Venha aqui para frente, - sorriu indulgente. - vai ser melhor para você ensinar como chegar em sua casa.
- Não precisa fazer isso, eu pego um uber, pode ficar tranquilos.
- Eu faço questão de te levar a sua casa. - Sorriu. - Minha mãe não vai desistir até eu te acompanhar.
- Verdade! E tratem de ir logo para casa.
Marjorie se sentiu impotente, sabia que não venceria aquela discussão, então saiu do veículo e se acomodou no banco do carona. Acenou com a mão para se despedir da amiga. Ben correu para entrar rapidamente, não queria que a jovem mudasse de ideia.
Ben tamborilou no volante com um ritmo cadenciado. Era um costume ao estar ao volante. Olhou a garota e percebia que ela sentia tanto desejo quanto ele. Resolveu arriscar. Disfarçou que ia mudar a marcha, colocou a mão na coxa macia dela dando um leve apertão. Ela vibrou ao toque ousado dele. Todavia, ela não o evitou. Permitiu o toque. Ambos sorriram safados.
-Tem algum namorado? Ou um cara na sua vida?
Marjorie negou com a cabeça.
-Nope!
-Fico feliz em saber.
-E você tem alguém?
-Nope! - Imitou a resposta dela.
O sorriso dele ficou muito mais sacana, o que fez com que sua parte mais íntima ficasse muito mais dolorida e úmida. Se ele investisse mais, ela se entregaria para ele ali mesmo. Agradeceu aos céus por não ser homem, pois sabia que já estaria tudo evidenciado, naquele momento, então a sua vista desceu para ver o volume dele, mas infelizmente não conseguiu visualizar porque estava escuro dentro do carro não enxergava muita coisa. Ben percebeu para onde o olhar de Marjorie foi, quis pegar aquela mão curiosa para acariciar seu corpo que estava necessitado de ser chupado gostoso por aquela boquinha aveludada.
-Pode dobrar a esquina. - Mordeu os lábios de modo provocante. Notou que ele conduziu o carro até o ponto onde se encontraram pela manhã. Ele atendeu a condução dela.
- Chegamos é nesse prédio que moro. - Ben estacionou olhando em tudo à sua volta.
-É perto de onde moro.
-Quer subir? Tomar algo? - Desviou a vista foi muito ousada com ele. Para a sua surpresa. O rapaz já estava fora do carro abrindo a porta do carona. Desceu. Ben travou logo o carro seguindo a garota.
Mirava a garota que rebolava a sua frente, só pensava em esfregar seu amigo intumescido naquela traseira gostosa. Gozando gostoso nela. A visão que ele tinha dela o deixava mais excitado.
Subiram três lances de escada. Assim ela abriu a porta e ligou a luz. Deixando a claridade entrar primeiro. Deixou no aparador as chaves e o celular. Pendurando a bolsa no cabideiro.
-Entre fique à vontade. - gesticulou para ele entrar. - Quer algo? - Mal cerrou a porta.
-Quero você! - Abocanhou a garota com muito anseio. A pegada dele foi tão envolvente e gostosa. Que ela se agarrou nele com toda a vontade acumulada. O beijo os envolveu os penetrou deixando a ambos com vontade de mais daquele desejo daquele toque, que não pedia nada além, que seus corpos estivessem mais colados. Afinal eles tinham acumulado toda esta energia ao longo do dia.
-Sempre quis estar com uma professora. - Desceu seus lábios do ouvido dela para o pescoço dando mordidinhas que a arrepiou por inteiro. Sua feminilidade já estava encharcada.
-Ah! Então quer dizer que você tem uma lista de professoras para ficar? - Rui marota saindo dos braços dele.
-Não foi isso que quis dizer. - Tentou puxar a garota para si, mas ela se esquivou do abraço, pois estava gostando desse jogo para aumentar a excitação entre eles.
Caminhou provocante pela sala. Rebolando cadenciadamente a sua traseira era redonda e firme com coxas roliças, olhou para o homem que estava hipnotizado com os movimentos dela. Então, a garota pegou ração felina no armário e um doce para amenizar o nervoso, tentava fazer movimentos sensuais ao pegar o alimento para o seu gato, então abaixou o tronco empinado suas nádegas para colocar a ração no pote.
Ben observava os movimentos faceiros que ela fazia e isso só o deixava mais faminto. Sua vontade de amá-la até ficarem cansados só aumentava mais. A excitação só o deixava com o seu membro cada vez mais duro, o incomodando no aperto da calça. Não parava de pensar em estar mais estreitando seu corpo. Tendo a visão daquele corpo maravilhoso .
Primeiro a amaria lentamente, pois imaginava que a jovem seria apertadinha. Fazendo ela gemer e implorar por mais do seu corpo. Ela Suplicaria para que ele não parasse de fazer amor com ela, depois iria lamber aqueles seios que pareciam pedir para serem mamados com muita vontade. A voz de Marjorie o tirou de seus devaneios.
-O que você quer me dizer, então? - Levantou o tronco se virando para ele, tinha um pirulito na boca. Nesse instante, um bichano se aproximou do pote se roçando nas pernas da professora.
Ben piscou tentando lembrar quando ela havia pegado o doce e colocado na boca e surgido um felino. Ela fazia movimentos como se estivesse praticando algo maravilhosamente indecente. Nesse momento sentiu ciúmes do confeito e do gato, pois ambos estavam tendo a atenção que ele queria só para ele.
Com isso ele foi até a jovem bem sorrateiro. Abraçando por trás e roçando seu corpo musculoso na jovem apetitosa. Mordiscou o pescoço macio dela.
-Minha lista é muito curta. - Deu um chupão maravilhoso que fez ela rebolar no volume dele fazendo ambos gemerem. - Só tem um nome… - Sussurrou bem safado. - Marjorie Andersen, a professora de história mais linda que eu já vi em minha vida.
Com isso ela se vira de frente para o rapaz. Se enroscando em seu pescoço. Com vontade chupou aqueles lábios carnudos. Deixando a língua dele entrar com lascívia nela, os dois se esfregavam. O som molhado das línguas brincando indecentes a respiração audível eram os únicos sons naquela diminuta cozinha. Ela estava excitada demais, sabia que ele não era indiferente, pois seu membro estava cutucando deliciosamente a sua barriga. Era algo maravilhoso. Os dois ali se amassando, a libidinagem deixava ambos entregues ao desejo. Então Ela sussurrou no ouvido dele.
-Me ame bem gostoso!
Não precisou mais outro argumento ou pedido, ele também queria muito fazer amor com aquela garota gostosa, a intimidade dela, ele já imaginava ser uma loucura. Assim, A suspendeu na altura da cintura com as pernas dela envolta em seu quadril uma de cada lado. O roce quente arrancou de ambos um gemido suave. Ele voltou a beijar e lamber o pescoço, ombro, clavícula. Ela rebolava mais freneticamente.
- Vou te amar, até você ficar saciada. - Sugou a boca dela de modo intenso. - Vai me pedir para continuar. - Tornaram a se beijar e se lamber com volúpia. Com Marjorie nos braços a conduziu até o quarto dela. O apartamento era diminuto. Com isso tudo ficava muito próximo e intuitivo de se achar.
Como a professora morava sozinha, não se preocuparam em fechar a porta. Todo o curto percurso não paravam de se esfregar e se provocar.
Ela lambia e mordia o pescoço, dava chupões atrevidos na nuca dele que fazia soltar gemidos graves, isso enlouquecia e a deixava muito excitada. Sua genitália estava muito lubrificada e dolorida, totalmente necessitada para ser preenchida por aquele órgão viril que não parava de se esfregar nela.
Ben a colocou na cama por não ter certeza se o móvel iria aguentar ele a jogando com muita libidinagem, preferiu ser suave. Se sentou de frente, desabotoando a blusa comportada da professora, desde que a viu pela manhã desejou despir aquela blusinha simples que em nada mostrava o mulherão que ela era.
Ao se livrar da peça ficou muito mais duro, os seios dela eram médios uma delícia, o sutiã era tão simples quanto a roupa que vestia. Porém, essa lingerie o fez querer mais ainda estar com aquela garota, sabia que não tinha muita experiência sexual. Pensou em perguntar se era ainda virgem, contudo, preferiu deixar para lá o clima entre eles estava tão gostoso. Não queria esfriar as coisas. Decidiu seguir naquilo que eles estavam fazendo. Desabotoou os fechos e surgiram diante de si os mais saborosos seios, sem pensar em mais nada abocanhou o peito firme e macio dela.
O gemido gostoso da garota foi um combustível que o inflamou muito mais. Sugava, sorvia, lambia aquela pele macia. Os bicos róseos o inebriaram, ele gemia ao sentir a tez alva e lisa dela. Ao passo que ela afagava seus cabelos negros e macios.
-Você é muito gostosa. - A voz saiu arrastada. Continuava a chupar ela como se fosse uma fruta saborosa. - Seu cheiro me deixa com muito desejo. - Rey tinha um cheiro suave de flores do campo, sentir aquele odor o fazia mais envolvido naquele momento único, sabia que ela também estava entregue.
- Oh! Ben, isso é tão gostoso!
Ele deixou por um momento o que estava fazendo, Marjorie o fitou com um pouco de receio pela abrupta parada. O rapaz sorriu para ela. Seu coração deu um baque ao ver aquele homem tão gostoso ali diante dela. A beijando, a saboreando. Ele desceu suas mãos na calça larga dela, retirou também aquela peça antiquada e não se surpreendeu em ver a calcinha confortável da garota. Contudo, desembrulhar aquela garota estava ficando cada vez mais gostoso e interessante. Com as mãos grandes e de modo atrevido acariciou o clitóris dela. Arrancou um gemido alto da jovem. Marjorie rebolou naquele palmo habilidoso. Ben a acariciava por cima do tecido leve da lingerie. Ela suspirava sussurrando sensualmente.
-Ah! Que delícia. Não para!
Ben estava ávido por chupar aquela parte tão quente, linda dela, puxou a peça de roupa creme da garota. Ao ver a intimidade dela rósea totalmente molhadinha e necessitada. Abocanhou com muita vontade. O gosto dela era maravilhoso, sentia o corpo da professora vibrar a cada beijo, lambida e ao sugar seu mel. Ela gemia. Os sons desconexos dela o deixava cada vez mais excitado. Aquela garota tinha um gosto que o fazia querer mais e mais daquele corpo que pulsava pedindo pelo seu órgão másculo. Queria sentir aquela garota recebendo o seu corpo.
Quanto mais lambia aquela flor suculenta, Marjorie gemia cada vez mais alto. Ben continuava a sua exploração naquele corpo meigo e excitante. Ela vibrava por inteiro estremecendo docemente. Ele não descansava com sua língua invadindo o clitóris, bem como a entradinha dela tão apertadinha sentiu que ela estava quase gozando.
-Isso minha professora safada, solte o seu prazer só para mim! - A voz dele estava mais baixa e sensualmente grave. Marjorie teve seu ápice naquela boca carnuda e habilidosa. Se desmanchou debaixo de Ben que subia roçando os lábios pela barriga. Subindo até mordiscar os seios dela que gemeu baixinho. Em seguida, colocou sua boca na dela sugando com volúpia que ela devolvia com o mesmo entusiasmo sentindo seu próprio gosto. Beijar aquele homem era maravilhoso. Queria continuar assim para sempre naqueles braços fortes.
Ela estava extasiada e queria fazer isso por ele também. Desejava provar aquele mastro imenso sentir na sua boca a maciez daquela pele.
Se ergueu um pouco ficando de joelho na cama. Surpreendeu o rapaz com a atitude, mas logo relaxou deixando a professora tirar a sua camisa. Ela deslizou na pele quente dele um rastro quente e molhado. O lambia e o sugava com muita sensualidade. Parou no peito musculoso do rapaz. Ao sugar o bico rijo de Ben ele gemeu alto. Ela sentiu sua intimidade se contrair ao ouvir aquele gemido gutural. Continuou a sua exploração naquele corpo que era puro músculo. Ora chupava, ora alisava cada centímetro daquela tez alva. O cheiro dele era maravilhoso, uma mistura sensual de perfume amadeirado e suor masculino. A pele dele tinha um sabor salino que ela estava adorando sentir. Sabia que se viciaria rapidamente naquele homem e em seu corpo.
Alcançou as calças e desabotoou o jeans de Ben. Apalpando o membro dele ainda na cueca boxer. Retirou o restante da peça com a ajuda de Ben. As pernas dele eram perfeitas. Musculosa e pêlos na medida certa.
Ele se recostou na cabeceira da cama e estava muito à vontade no colchão dela. Marjorie estava engatinhando como uma felina. O olhava de modo provocante, mordia o lábio inferior para aumentar a excitação entre eles.
Ela tirou a cueca dele o deixando nu. O membro dele era grande, muito gostoso. A professora só queria cair de boca naquele mastro duro e imponente. Ao colocar seus lábios no corpo dele, quando roçou os dentes de leve na cabeça rósea do pênis. Ben soltou um urro de prazer.
Sentindo a satisfação ao ouvi-lo. Entendia que estava fazendo a coisa certa. Beijou todo comprimento do membro ereto dele.
-Isso gostoso, engole tudo.
Colocou o quanto pode na sua boca começou a fazer os movimentos de vai e vem lento e cadenciado aumentando a velocidade que fazia o rapaz gemer. Ele se controlava para não empurrar seu quadril no rosto da garota. Colocou sua mão delicadamente na cabeça de Rey afagando seu cabelo, ao mesmo tempo que a auxiliava no movimento, gostando de ser chupado.
-Ah! Que boca gostosa! - Se afundou no colchão, apertando os lençóis da cama com força. A garota aprendia muito rápido a dar prazer a ele. Queria ficar ali recebendo aquele carinho incrível. Estava no limiar do prazer. A isso afastou ela delicadamente. A beijando, sentindo o gosto de ambos misturados num gosto lascivo de sexo e euforia.
A deitou novamente ejaculando intensamente em seus seios e barriga, num rugido gutural. Tombando logo em seguida ao lado dela. Colocou seus braços sobre o corpo pequeno de Marjorie. Ambos ofegavam ao sentir o corpo inteiro sentir a descarga do orgasmo. Todavia, os dois ansiavam por mais queriam mais um do outro. Tudo que precisavam era apenas um tempinho.
A professora pegou uma caixa de lenço para fazer uma pequena limpeza do líquido vital do homem que estava por todos os lados, quanto mais tentava mais o líquido Babento não saía. Tentou se levantar para um banho rápido.
Ben resmungou com a cabeça enterrada nos travesseiros. Estava gostando de sentir o cheiro dela ali.
-Onde vai, minha professora safada? - Levantou a cabeça.
-Vou me banhar já volto.
-Posso ir? - Estava com uma face sem vergonha.
- Só se me prometer se comportar.
-Prometo. - Seguiu todo sorridente com a professora até o chuveiro.
O banho foi incrivelmente sensual. Ela alisava a sua barriga e os seios para tirar o sêmen de Ben do corpo. Ele a fitava como um voyeur ficou novamente excitado ao observar as mãos diligentes dela deslizando por todo o seu corpo. Entrou no box ajudando ela a se livrar de seu leite. Passava a sua enorme mão no peito que já estava com o mamilo eriçado pelo toque, desceu até aquela nádega maravilhosa encaixando o seu órgão imenso na traseira dela, ele gemeu no ouvido dela. A água escorria entre os corpos. Fazendo o amasso deles ficar mais escorregadio e vibrante. Ben beijava e mordia a nuca e ombros de Marjorie que empinava e rebolava a traseira que ia de encontro com o membro dele. Os dois gemiam com o banho provocante. Ele não queria se derramar ali. Queria estar dentro dela quando isso acontecesse. Interromperam o banho, eles foram para o quarto. Marjorie estava enrolada na toalha, ele foi nu. Estava bem à vontade com a garota.
Ela sentou na beirada de sua cama. Olhava aquele homem lindamente enorme. Ele deu um sorriso de canto de boca. Se aproximou dela se sentando ao seu lado. Com os olhos bem fixos nos dela começou a retirar a toalha da docente. Caiu ao redor do corpo curvilíneo dela. Mordiscou o ombro, o pescoço e a clavícula. Ela suspirava baixinho absorvendo toda aquela sensação deliciosa.
-Me ame novamente, Ben!
Ele a deitou a acompanhando o movimento, os beijos estavam ficando mais intensos e necessitados.
-Vou te amar com muito desejo!
Ele ia voltar a abocanhar a boca dela. Marjorie colocou um dedo no lábio carnudo dele.
-Com camisinha. - Sorriu para ele. O rapaz se ergueu procurando a sua calça jeans. Caçou no bolso um pacote de preservativos. Pegou voltando para ela fazendo uma dança engraçada. Marjorie deu uma gargalhada sincera. Ele se jogou em cima dela. A garota deu um grito e continuou rindo.
Ele ficou de joelho colocando o preservativo com eficiência, com isso, Ben continuou onde tinha parado. A mordia e chupava com voracidade. Marjorie se encaixava perfeitamente nele. Mordendo seu ombro suavemente. O lambia e o sugava com desejo e vontade.
Ele se encaixou nos meios das pernas dela, que se enroscou nos seus quadris. Roçou a cabeça do órgão na vagin@ dela. Gemeram ao mesmo tempo a fricção dos sexos deles os deixavam cada vez mais excitados, o desejo crescia, e nenhum dos dois controlava a vontade de estar um no outro.
Então ele colocou o órgão dele aos poucos. Bombeava com paciência naquela feminilidade apertadinha.
-Ah! Que delícia. Tão apertadinha. - Gemeu alto. - Vou te amar com vontade. Vou te dar muito amor. - Continuava a investir na vagin@ dela. Aumentando aos poucos a velocidade.
-Awww … - Suspirava. - Me ame com o seu corpo … gostosooo… Awww...
Os gemidos deles eram altos e falavam obscenidades um para o outro. O que fazia a excitação ficar mais intensa.
Ben sentia o sexo dela engolir seu membro e acomodá-lo a sensação era indescritível. À medida que ela se adaptava ao corpo de Ben. Ele pode aumentar a velocidade dos movimentos. Que faziam os seios dela balançaram ao sabor dos movimentos frenéticos que faziam. O vai e vem ora veloz e selvagem, ora lento e cadenciado. Os enlouquecia.
-Me possua Beeenn… Me ameee…
Ouvir aos pedidos dela em meio aos gemidos só o excitava mais, a estocava com velocidade e ambos gemiam ele estava adorando estar dentro dela. A sensação de sentir seu pênis comprimido dentro da garota era extasiante.
A ergueu rapidamente com uma mão na cintura. Retirou o seu membro de dentro dela. Ela choramingou sentindo a falta dele dentro de seu corpo. Então ele colocou ela de quatro sussurrando disse.
- Não se assuste. - Mordiscou o ombro dela. - Preciso ter você assim de quatro.
Brincou com o seu órgão na nadega deliciosa de Marjorie, ela empinava e rebolava para ele. Então posicionou o pênis duro na intimidade encharcada e inchada dela. Os movimentos novamente se iniciaram de modo lento e sôfrego, até aumentar o ritmo.
Ter a traseira dela roçando em seu quadril foi enlouquecedor. Ele se abaixou enquanto estocava ela, mordiscava seu ombro e costas. Ela gritava e gemia palavras desconexas. Ambos estavam com a respiração errática. Os sons da pele deles se chocando em meio a gemidos e sussurros preenchia todo o quarto. O suor escorria da pele deles. A genitália dela era maravilhosa e deliciosamente lubrificada.
Ben sentia que ela estava alcançando mais um orgasmo poderoso que apertava seu membro intensamente.
-Beeenn … você é muito gostosooo … - Tombou fraca ao ter tamanha descarga energética de um ápice poderoso.
Ben estocou ela mais algumas vezes, saindo de dentro da garota. Ejaculou nas costas dela num urro gutural, caindo ao lado da docente. Fraco ao sentir o mesmo que ela.
-Você é uma delícia. - tentava falar em meio a respiração descompassada.
Ele se ajeitou ao lado de Marjorie fazendo ela descansar em seus braços. Em pouco tempo dormiram cansados e extasiados. Nem se preocuparam em acordar cedo, pois o sábado prometia muito mais emoções.
Fim!